Antes mesmo do Brasil confirmar sua classificação diante do Chile, surgiam, em forma de rumores, as projeções de um embate com a Holanda. A equipe de Dunga precisa bater um time que está com 100% de aproveitamento na Copa do Mundo, e não perde há 23 jogos. Esse é o motivo número um para desespero. O segundo é Arjen Robben, atacante do Bayern de Munique, que volta de lesão como se nada tivesse acontecido. Sneijder, com suas assistências e gols, também tem sido fundamental, é o cérebro. Soma-se a isso a presença do bom goleiro Stekelenburg e do imperioso Van Persie. E a defesa? Sofreu apenas dois gols em quatro jogos, ambos de pênalti. Mas Robben impressiona e amedronta pelo poder de decisão. Sua principal característica é disparar pela ponta-direita até o meio e chutar, de esquerda. Foi com essa eficiência que influenciou o resultado contra Camarões e diante da Eslováquia, nessa segunda-feira. Agora, ficamos com a incógnita: como será a marcação daquele guri, Michel Bastos, em cima de Robben?
Foto: Oleg Popov/Reuters
Juliana de Brito
