Foram tantos os destaques do dia que é quase injusto escolher um. Fanfarrão, o eliminado Maradona é um protagonista eterno. David Villa, o camisa sete da Espanha, é o goleador da Copa. Marcou o feito para a vitória diante do bravo Paraguai. Até mesmo o árbitro desta partida, Carlos Batres, merece uma menção por modificar a natureza pálida do jogo em algo emocionante. A goleada da Alemanha sobre a Argentina deu alta cotação para Özil, Klose e Mueller. Mas foi Bastian Schweinsteiger, outro camisa sete, quem regeu a ida pela décima-segunda vez do país às semifinais da Copa. Fez jogada para um gol, desarmou, driblou e lançou. Na ausência de Ballack, o jogador do Bayern de Munique é o maestro desta jovem equipe. O treinador alemão, Joachim Low, fez os elogios: “A cada ataque, ele ia junto com o time e uniu nossas linhas de ataque e defesa. Posso dizer que foi extraordinário nessa partida em todos os aspectos”. Concordo e acrescento o adjetivo de monstro para Schweinsteiger.
Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Juliana de Brito
