De um lado, um time forte e agressivo. De outro, uma equipe de toques rápidos e precisos. Com toda a tensão e tesão de final de Copa do Mundo, os adjetivos foram potencializados em desfavor de um bom jogo. A definição superficial da partida pode ficar em faltosa e violenta, e decorreu na distribuição de 13 cartões amarelos e um vermelho. O último embate deste grande Mundial foi tão imprevisível quanto os outros dias. Menos para aqueles que sabem fazer profecias, o que não é o caso de nossos cronistas. Aos 11 do segundo tempo da prorrogação, a Espanha conquistou o título com um gol, um belo gol, de Andrés Iniesta. O jogador ainda não hesitou em tirar a camisa e fazer bonita homenagem. Foi o êxtase final, o último gol, o lance derradeiro desta Copa e nada mais apropriado que surgisse dos pés do “garoto que não sabia chutar”. Até a próxima.
Foto: EFE
Juliana de Brito




