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Posts com Tag ‘Robben’

Forlán é o grande jogador do Mundial, digo, Sneijder

Quando Wesley Benjamin Sneijder marcou um gol de cabeça contra o Brasil, já havia montado um acervo de bons motivos para ser o grande jogador da Copa e, além disso, merecer ser o Personagem do Dia. (Em ordem de importância crescente, estão a Bola de Ouro, da France Football, o título de melhor jogador do ano da Fifa – agora unificados – e, acima, o Personagem do Dia.) É o legítimo camisa 10: carrega e dá ritmo ao time. Divide a condição de craque com Robben. Com cinco gols marcados – um deles amofinado pelos cabelos de Felipe Melo –, o holandês foi decisivo. Não a toa, no site da Fifa foi eleito o melhor da partida por quatro vezes. Aos 26 anos, exibe um currículo apreciável, pois foi campeão nacional por todos os times que passou: Ajax (2004), Real Madrid (2008) e Inter de Milão (2010). No atual clube, aliás, é campeão de tudo que disputou. Ganhando ou não Copa do Mundo, Sneijder tem grandes chances, ao lado de Diego Forlán, de auferir a representativa Bola de Ouro, digna de seu futebol.

Foto: Flávio Florido/UOL

Juliana de Brito

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O povo brasileiro e Robben dispensam suas vãs desculpas, Felipe

Poderia vomitar justificativas – e clichês – sobre a eliminação do Brasil, mas vou deixar isso para os velhos e espertos especialistas. É preciso exaltar o quanto essas primeiras partidas das quartas-de-final foram emocionantes. Gana x Uruguai tornou-se espetacular pela entrega das duas equipes. Suarez foi o retrato de dedicação. Foi providente seu toque com as mãos. Mais divino ainda foi o travessão. O que dizer então de El Loco Abreu? Irresponsável e safado, porém certeiro na sua cobrança de pênalti. Os uruguaios já merecem um capítulo à parte na história do Mundial. Voltando aos amigos de Robben, o grande destaque positivo, sem dúvidas, foi o pequeno Wesley Sneijder, com um gol marcado e outro oferecido ao volante brasileiro. Aliás, é dele, Felipe Melo, que gostaria de falar. Foi o Personagem do Dia porque será lembrado daqui a muitos anos pelos erros sobressaltados. Falhou nos gols holandeses e foi expulso ao gravar sua chuteira no adversário. Teve um momento atípico: o belo passe para o gol de Robinho.  Todo o resto que fez foi de uma previsibilidade madura e agourada. Por um momento, Felipe Melo esteve perto de desfazer todas as teses do mundo, mas escolheu ser o Felipe de sempre.

Foto: Laurence Griffiths/Getty Images

Juliana de Brito

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Te cuida, Brasil

Antes mesmo do Brasil confirmar sua classificação diante do Chile, surgiam, em forma de rumores, as projeções de um embate com a Holanda. A equipe de Dunga precisa bater um time que está com 100% de aproveitamento na Copa do Mundo, e não perde há 23 jogos. Esse é o motivo número um para desespero. O segundo é Arjen Robben, atacante do Bayern de Munique, que volta de lesão como se nada tivesse acontecido. Sneijder, com suas assistências e gols, também tem sido fundamental, é o cérebro. Soma-se a isso a presença do bom goleiro Stekelenburg e do imperioso Van Persie. E a defesa? Sofreu apenas dois gols em quatro jogos, ambos de pênalti. Mas Robben impressiona e amedronta pelo poder de decisão. Sua principal característica é disparar pela ponta-direita até o meio e chutar, de esquerda. Foi com essa eficiência que influenciou o resultado contra Camarões e diante da Eslováquia, nessa segunda-feira. Agora, ficamos com a incógnita: como será a marcação daquele guri, Michel Bastos, em cima de Robben?

Foto: Oleg Popov/Reuters

Juliana de Brito

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